Achava que a única câmera que tinha era a s*ny (odeio propaganda) e deixei de lado a do celular, além de esquecer outras que tive e que passaram pela minha mão, ainda que furtivamente. Que maldade! Muita ingratidão com meu próprio aprendizado... Pois vou deixar de besteira agora e aproveitar que andei desencavando algumas câmeras/fotos e deixar algumas aqui. Depois, faço outros posts com as outras.
Essa última é invocada: um grupo de teatro abandonou um caixão no meio da Unifor...
As fotos do post foram tiradas com um celularzinho 1,3 mp, da Nokia, ano passado. Que por sinal acho que é o que ainda uso.
Sempre aparece aguma coisa pra fotografar. Depois, mais.
Hoje vi o vídeo de uma casinha antiga sendo destruída na rua Antônio Augusto, ao lado da Unimed. A casinha ficava aqui:
Pela referência da imagem e por memória, creio que tenha tido como última função a de restaurante (Restaurante Ilha do Sabor, n° 1260). De acordo com comentário publicado no Youtube, a casa foi de uma senhora que hoje tem 91 anos, caçula de catorze filhos e a única viva deles.
II.
Esse vídeo me fez chorar porque me fez lembrar de uma coisa que aconteceu no ano de 2006, entre os dias 1 e 2 de Janeiro.
No dia primeiro de Janeiro, eu voltava da praia com minha mãe, que resolveu passar na casa da minha avó por algum motivo. Eu tinha levado minha câmera comigo, e por algum motivo senti vontade de fotografar uma casa que sempre via, mas que estava com jeito de abandonada: a casa da professora Umbelina, que havia me ensinado piano por muitos anos... Vila Alba.
Plantas do jardim tinham sido cortadas, grades das janelas tinham sido arrancadas. Nem o pé de coité, nem o cachorro, nem o som da radiola, nem do piano. Silêncio.
...No dia seguinte, passei pelo mesmo local. A casa não estava mais lá.
Esse blog é um blog desfocado. Não há um ponto único de interesse: há muitos. é um blog pessoal, meu, e eu me interesso por muitas coisas.
Não tem foco. Tem focos. Se você curtir, pode passar, nem que seja calado, como se passasse por uma vitrine. O que interessa é que deixei o que eu penso e faço por aqui.
Esse blog é como a entrada de uma casa que se vê na rua: a casa é minha, mas a partir do momento em que deixo você vê-la, ela também pode ser um pouco sua.
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A maioria das coisas que aparece aqui (entre desenhos em guardanapo de papel, poesias bobinhas, escritos, fotos, montagens, bonecos de massinha e o que der na telha) são feitas por mim. Geralmente, eu digo quando não.
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Pode-se usar imagens daqui, contanto que não VENDAM e digam que fui eu que fiz. Tá? Não tem de quê.
O que fundamentalmente significa que eu sou a favor dos Esquerdos Autorais e contra a pilantragem.
Não esqueçam: contanto que não vendam e digam que fui eu que fiz. Se não souber meu nome completo, pergunte.